sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Simples como as pombas...





E chove lá fora,
o tempo esfria,
a brisa começa a soprar gélida enquanto
a água escoa pela janela semi-aberta.
Na minha frente apenas o computador e algumas bagunças sobre a mesa,
morfeu começa a me pegar em seus braços.

Hoje a chuva já passou,
Agora apenas escuridão lá fora,
Escrevo algo que não sei se mandarei ao destinatário
História de momentos eternos
Memórias que residirão em minha mente e que me trarão alegrias ao serem lembradas

Impressões que talvez sejam apenas impressões
mas as vezes refletirão verdades escondidas na alma
na minha alma, talvez na alma do outro
as vezes apenas impressões, mas as vezes verdades escondidas na alma.

Esquecer é um ato de defesa, talvez um dos melhores já inventados pelo homem
No entanto, não quero me esquecer, não quero me defender,
Quero trazer a memória aquilo que me traz alegria
Pra que se defender de algo que nos afeta de forma tão singela?
Pra que esquecer de momentos que serão imortais?
Que defesa nos trará a alegria de lembrarmos de coisas tão marcantes?

Óh Alegria das coisas simples
Atitude filosófica por excelência, se admirar com o simples como se fosse uma descoberta.

Simples como as pombas.